
E essa era a felicidade mais verdadeira. Absoluta, sufocante. Mas ainda assim, felicidade. Mas não porque algo especial tinha acontecido. E sim por estar viva. E sentir o sol e o vento acariciarem seu rosto, a fazerem fechar os olhos, a deixavam em êxtase, com um sentimento de que nada faltava. Estava completa, como sempre quis. Carpe diem.

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